O futuro das vendas online

Comércio Eletrônico Jul 24, 2020

Olá, tudo bem? Hoje eu vou falar um pouco sobre o comércio eletrônico e o que está por vir.

Eu estou inserido em um grupo de Whatsapp formado em maioria por grandes empresários, protagonistas, donos de grandes empresas e negócios do século XX.

De um modo geral são pessoas das gerações baby boomers, os nascidos nos anos 60, e que eu vou chamar aqui de BB, e da geração X, a turma dos anos 80.

São empresários de sucesso, empreendedores que pariram enormes estruturas do mundo real ao custo de muito dinheiro, suor e mão na massa.

Diariamente eu acompanho postagens relevantes sobre a pandemia e a reação do mercado diante das dificuldades impostas pela crise.

Um dos integrantes soltou uma matéria do Valor Econômico que fala da entrada das grandes empresas de varejo no Online.

A matéria cita Unilever, Nestlé, e outros grandes grupos criando seus próprios Marketplaces.

São empresas fundamentalmente do mundo real. Elas têm endereço físico, telefone fixo, estacionamento, prédios, imóveis, empregados, contrato social, etc.

Esses grupos são tão grandes, e têm capital beirando o infinito, que podem, a qualquer tempo, fazer uma virada de 180 graus e seguir em frente.

Se você já vende produtos online no Mercado Livre, Amazon, B2W, Via Varejo, e nos principais Marketplaces, fique sabendo: com os grandes entrando, saem os pequenos e médios.

Eu diria que os Marketplaces são o equivalente aos Shoppings Centers do mundo real. Pensando nisso, vem a pergunta: Será que os Marketplaces vão esmagar os ecommerces nichados? Naturalmente eles devem atrair um número maior de pessoas.

O mercado de varejo vai ficar feroz, e com a introdução do xcommerce nos Marketplaces, um novo conceito que vem cada vez mais sendo difundido pelo mundo, o consumidor é quem sairá ganhando.

Eis aqui uma das melhores definições:

A IDC está definindo xcommerce como os modelos de negócios cada vez mais inovadores e complexos de mudança do comportamento de compra do consumidor acima dos modelos tradicionais de comércio eletrônico.
O xcommerce abrange serviços sob demanda (ODS), serviços de economia compartilhada, online para offline (O2O), comércio social, comércio de conteúdo, novos sistemas de pagamento e logística e experiência do cliente.
"Você precisa de todas as peças para se alinhar – smartphones capazes, pagamento, aplicativos e serviços e as integrações offline. Até que todos eles se unam, você não tem o boom no mercado", diz Shiv Putcha, diretor associado da AP Telecom Practice, IDC Asia-Pacific.
Fonte: ClickZ

Nós aqui na XCommerce estamos acompanhando de perto toda essa movimentação no ecommerce.

Sabemos que o Kabum se tornou Marketplace no mês de Julho.

Vimos que a Amazon está construindo centros de distribuição em regiões estratégicas do Brasil. E a Amazon pode mudar tudo. Na hora que ela começar a trazer pra cá os produtos refurbished, aqueles que o brasileiro médio não pode comprar, vai ser uma loucura. Imagine pagar R$ 400,00 em um monitor de alto padrão, ótima marca, que vale R$ 1500,00, e foi reparado pelo próprio fabricante. Você confiaria? Eu acredito que sim.

As empresas de logística e distribuição se multiplicam para dar conta da alta demanda. Hoje você faz uma compra e o seu produto chega no dia seguinte na sua casa.

Tem uma empresa muito boa no que faz (não tenho autorização para citá-la), muito usada pelo Mercado Livre, que é um exemplo de eficiência. O entregador chega aqui um dia após a compra, é uma pessoa simples, educada, humilde, dirige um carro de 30 anos atrás, pelos motivos que você imagina, e eu fico feliz porque comprei hoje e recebi amanhã. É perfeito.

Não dá pra competir com os grandes, eles compram conteiners da China, colocam preços impraticáveis para o pequeno vendedor. Essa é uma das maiores reclamações dos vendedores online.

Outro grande problema é o Drop Shipping, que surgiu como promessa de lucro fácil com pouco investimento. Muitos vendedores de pequeno e médio porte passaram a focar apenas neste tipo de operação.

No entanto, por causa da pandemia, a própria indústria, o produtor, e o fabricante, estão aprendendo a usar sistemas como o Nuvemshop, um ecommerce que já vem pronto para uso e fácil de usar, para colocar seus próprios produtos à venda na Internet, e com isso, lá se vai o Drop Shipping.

Eu sou da área de desenvolvimento de software, já fiz muitos ecommerces em Magento, OpenCart, WooCommerce, etc., mas isso foi há 10 anos atrás. Hoje eu recomendo estas plataformas inteligentes e totalmente integradas onde você cadastra o produto em um só lugar e ele é distribuído no Mercado Livre, no Instagram, no Facebook, na Via Varejo, na B2W, em todo lugar, funcionando como uma plataforma centralizada. O software de ERP Bling é o queridinho dos vendedores do Comércio Eletrônico.

A gente aqui acompanha a maioria das lives no Youtube sobre Ecommerce. Elas funcionam como uma dinâmica de grupo online, onde os vendedores conversam entre si e o apresentador, em tempo real, e ali eles expõem suas dores, medos, sonhos, etc. Eles são o nosso Avatar/Persona.

No online, você pode encontrar o seu Avatar sem gastar nada, ao contrário do mundo real, onde há altos custos e obstáculos para fazer uma pesquisa e ter uma boa medição, sem viés.

Há nichos escondidos onde produtos campeões de vendas estão nas mãos de vendedores sortudos ou astutos, reinando sozinhos. Nós temos isso em nosso mapeamento. Mas chegar a estas informações não é uma tarefa simples.

Nem os grandes conseguiriam. Portanto, nossa pista para quem é pequeno ou médio é começar de agora a encontrar esses "potes de ouro".

Vou prosseguir...

Hoje nossa existência está se dividindo entre dois mundos, o real e o virtual.

O mundo real é o que sempre esteve aí, as estradas, empresas, carros, casas, pontes, passarelas, estádios, desfiles de moda, shows, eventos, etc.

O virtual foi chegando, chegando, chegando, e até alguns meses atrás estava competindo de igual pra igual com o real.

No entanto, com a pandemia, tudo ficou claro: o virtual está engolindo o mundo real.

Baseando-se na matéria citada, é fácil concluir que as grandes têm poder para se reposicionar diante das mudanças, contratando pessoas, montando times e desenvolvendo soluções em tempo recorde para se recolocar no jogo.

O que vai acontecer com os empreendedores individuais, as pequenas e médias empresas do mundo real, os intermediários entre o produtor e o consumidor?

Continue lendo, mais adiante nós vamos voltar a este ponto.

Eu gosto de fazer menção ao ano de 2012, pois o considero um marco na história do mundo. Na minha opinião, a partir deste ano, a geração Y começou a assumir o controle do mundo. Elas formam uma nova ordem social.

Se vamos falar de gerações, que fique claro: a geração X foi um processo de continuidade em relação aos BB.

No entanto, a geração Y, quando chegou, foi um total rompimento.

Isso não é fácil de perceber.

E é por isso que o mundo está virado do avesso. Mas só pra quem é da X ou BB, porque da Y em diante (Z e Alpha), está mais do que normal.

Para entender melhor:

Se você tem entre 40 e 50 anos hoje: seus pais têm entre 60 e 80, são os BB. Eles viveram seus momentos de glória entre os anos 60 e 80.

Já você, geração X, viveu sua glória entre os anos 90 e 2010.

A partir daí sua vida começou a perder relevância, assim como tudo o que você criou.

Havia chegado a hora da entrada da geração Y no palco do mundo. Eu digo que em 2012 o mundo mudou, porque esta é uma geração diferente de tudo o que já se viu até agora. (Será que tudo isso tem a ver com o Calendário Maia?)

Eles não têm nada a ver com o século XX, com o mundo real, com as coisas que o pessoal da BB e X gosta e valoriza.

São extremos opostos. Não estão nem aí para ostentação, moda, iates, carros, casas, coisas do mundo real. Vivem com o mínimo de recursos (um ou dois tênis por exemplo), em cubículos com cama e ótima Internet, e é isso que eles ostentam. Passam a maior parte do tempo no mundo virtual. É lá que eles acordam, tomam café, almoçam, estudam, namoram, vivem e dormem.

Todas as noites, eles estão fazendo lives no Instagram entre as 20:00h e 21:00h. Por que será?

Porque está comprovado que esse é o melhor horário para engajamento. No mundo virtual há regras, e elas devem ser seguidas rigorosamente. Eu disse: rigorosamente, sem atalhos.

Se você gosta de restaurante, valet, serviço à la carte, comida, roupas caras, coleção de roupas e sapatos, etc. fique sabendo, a Y não está nem aí pra nada disso.

Se você gosta de comprar na Polishop, ostenta o eletrodoméstico da hora, o portão automático advanced professional, seja lá o que for do mundo real, a Y ignora tudo isso.

Dê a eles um smartphone de última geração com super câmera, processador, memória, sensores de proximidade, acelerômetro, giroscópio, bússola, impressão digital, gps, alguns gadgets e um cardboard, e é o suficiente para eles criarem coisas incríveis.

Espere um instante: você sabe o que é um cardboard?

Se você tem um filho de 20 a 30 anos, já percebeu mas não entendeu porque ele vive no quarto e prefere estar na Internet do que na rua, ao contrário de você.

Por que eu estou insistindo nisso?

Porque a geração Y é o público-alvo com o qual você terá de lidar quando colocar seu negócio na Web, afinal, quem da sua geração X ou BB é hard user da Internet?

O problema é que eles são o seu oposto. Para entendê-los, para criar sua Persona, o Avatar deles, você vai ter que deixar um pouco de ser você, e viver o que eles pensam e sentem.

O que eles querem e o que eles compram é muito diferente do que você possa imaginar.

E pra cada cliente X que navega na Internet, há 1000 Y lá. Você quer vender para 1 ou para 1000?

E enquanto você está aí pensando em criar um serviço online com um preço barato, digamos, menos de R$ 100,00, a geração Y paga mil, dois mil, três mil por cursos online que eles valorizam, em PDF ou vídeos. Mas ela não vai comprar de você. Ela vai pagar por aquilo que dá resultados, comprovadamente. E no mundo online, dá pra saber, há como medir.

Coloque um Outdoor numa via expressa e me diga no final do mês quantas pessoas viram. Quantas gostaram.

É disso que estou falando. Este artigo é direcionado para as gerações X e BB que terão de entrar na Internet por "força maior".

Na minha opinião, como observador, lembrando que não sou especialista em comportamento social, nem nada, eu percebi que a geração Y despreza a X, ela odeia o legado do século XX, assim como as coisas do mundo real.

Me entenda: com a pandemia, o mundo real perdeu relevância. Isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde, muitas das grandes empresas, assim como seus donos, iriam "morrer" dormindo, pois elas não têm a capacidade de perceber a mudança do real para o virtual, apesar de estar na "cara" delas o tempo todo, e isso tem a ver com percepção, com o modelo mental.

Para conseguir isso é necessário uma expansão da consciência. É preciso ampliar a capacidade de percepção do mundo atual.

Vamos continuar: Os Y não pegam atalho, eles sabem que não dá certo no longo prazo. Eles querem algo comprovado, que funcione e dê resultado, para seguir, e são sistemáticos, disciplinados, estudam muito.

Eu tenho essa frase sensacional que eu peguei no Insta, como várias outras, e ela tem lugar aqui na parede do meu escritório. É um clássico da geração Y:

"Se ficar difícil, pare e volte a estudar no outro dia."

Então, deixa eu te perguntar: há quanto tempo você não estuda? Há quanto tempo você não faz um curso, um MBA, uma Pós, um Bootcamp, um curso de Marketing Digital?

Uma das coisas que a Y faz muito é estudar. Eles têm mais formação do que a X e BB juntos.

Os Y, no geral, não são muito fãs de golpes ou esquemas, isso é coisa dos X e BB. Os Y são muito mais éticos.

Não estou aqui os defendendo, apenas observo como eles se posicionam diante do mundo.

Há alguns anos eu estive na Campus Party em São Paulo e pude estar frente a frente com o pessoal que criou o NuBank, quando eles eram 1% e já se achavam o maior banco do país.

É engraçado, mas é que eles fizeram algo tão incrível para a época, que é plausível que eles tenham se sentido assim.

Eu os vi falar de episódios em que eles desdenharam de ofertas dos grandes e jurássicos bancos.

Mas teve algo que eles contaram que para mim foi muito impactante: eles seguiram a letra da lei. Desde a fundação, o NuBank tinha jurídico.

Naquela época, se você tentasse abrir um banco, corria o risco de a PF derrubar sua porta e te mandar para a cadeia às 6 da manhã.

Eu fiquei muito impactado, e pude entender que, para um negócio dar certo, dependendo da sua natureza, o jurídico pode ser mais importante do que a tecnologia. Dá um nó.

E esse era o caso do Nubank. Para mim foi um grande aprendizado. Total mudança de paradigma.

Eu sou de TI, e cresci com a idéia de que a tecnologia era o pilar principal de um negócio online.

O NuBank é um banco da geração Y, e todos esses dinossauros que temos aí são da BB ou X, estão "acabados", falta só enterrar, questão de alguns poucos anos. É fácil ver a diferença.

Não querendo me alongar, apenas um parênteses: para mim, o NuBank já eras, ok. Mesmo tendo 20 milhões de clientes, já é um banco velho.

A geração Z está a 10 anos da Y, o intervalo diminuiu pela metade, pois era sempre de 20 anos.

Não tenho nenhuma dúvida de que o C6 Bank vai esmagar o NuBank logo ali adiante. Zero dúvida. Digo isso porque são paradigmas e percepções de realidade diferentes.

O NuBank está correndo atrás de Machine Learning, IA, etc. O C6 já nasceu com isso, está em sua essência. Há outros bancos da Z na mesma condição.

Portanto, você aí que está vivendo o desmonte da sua vida, se prepare, há muito o que aprender.

Enquanto a X está preocupada com o que os concorrentes estão vendendo, a Y quer ter a certeza de que está seguindo as teorias ou fórmulas corretamente, e não deixou nada passar.

Eles vivem no mundo virtual 70% do tempo ou mais. É por isso que a pandemia os afeta muito pouco. Quase nada mudou para eles. Quem briga por política e pandemia é a geração X e BB, tentando manter (ou conservar) o seu legado, ou o que restou dele.

É pra se pensar mesmo. Não é fácil.

A frase que eu costumo proferir: "O virtual está engolindo o mundo real".

É isso mesmo que está acontecendo, e dói, dor física.

Sinto lhe dizer, o mundo real acabou, literalmente, e a pandemia veio pra dar o golpe final. Mesmo que volte, o que eu acho pouco provável, nada será mais o mesmo.

Vou dar um exemplo aqui pra você entender: dia desses eu estava em um engarrafamento na Washington Luiz, e acima de mim havia uma passarela, ao lado um motel falido e um shopping de roupas imenso também falido.

Ali eu vi o perfeito exemplo de mundo real em vias de extinção.

É duro, eu sei, mas eu digo, no mundo real, as coisas são caríssimas.

Aquela passarela saiu caro, e foi colocada ali por causa de um mini-shopping. Quanto de dinheiro foi gasto ali? Quanto de mão de obra? Tempo?

O mundo real é muito caro. Eu tenho essa percepção há muitos anos.

Toda vez que vejo pelas ruas uma loja física em obras, em vias de ser inaugurada, com gesso, cimento, piso, maquinário, etc., me dá aquele sentimento de: nossa, quanto dinheiro jogado no lixo.

Portanto, você aí, pequeno empresário que sobrevive há 20 anos, ou empresário de médio porte, que sobrevive há 30 ou 40, ou que está no meio de uma cadeia de suprimentos, o famoso "intermediário", ou que vive de licitações, vou lhe dar o ponto de partida: se jogue agora mesmo no marketing digital.

Não fique esperando vacina da Covid ou fim da pandemia, às vezes eu brinco que essa pandemia pode durar até o início da década de 40. É brincadeira, mas a gente deve considerar. Ficar adiando a decisão de ir imediatamente para o online enquanto seu negócio do mundo real derrete, para mim é um erro.

Eu vi algumas fotos impactantes de donos de restaurantes parados no meio do salão vazio olhando para o nada. É dor física.

Não espere um dia sequer, aja agora mesmo. Não há um prazo para a economia (ou a política) voltar a algum tipo de normalidade ou melhora. O que há muito por aí são e-books, artigos, reportagens vendendo uma falsa esperança de que estamos perto do fim de tudo isso. É apenas torcida, o cenário é caótico e o nível de desinformação é sem precedentes, nem na Guerra Fria foi desse jeito.

Portanto, tome agora mesmo uma atitude e recomece do zero.

A coisa mais importante, a principal habilidade que você terá de ter, é vender online.

Vender online. É por este motivo que na geração Y, para sobreviver, o jovem tem que ficar de frente para as câmeras e vender ele mesmo, ou algo que ele sabe ou que ainda vai aprender, sem sentir vergonha ou constrangimento. Para sobreviver, ele tem que saber se vender online.

As gerações X e BB têm vergonha, elas foram moldadas pelo padrão Globo de Qualidade. Elas têm um apego à perfeição, e acreditam que só artistas e comunicadores "natos" podem ficar à frente de uma câmera. Elas estão acostumadas com cenários perfeitos.

Elas vão querer colocar cromaqui, se vestir bem, investir em iluminação cara, montar um cenário padrão JN ou Fifa.

Não precisa de nada disso. Um dos mantras do online: melhor feito do que perfeito.

Portanto, considere começar a questionar este modelo mental dos anos 80-90, carregado de preconceitos e crenças limitantes. É preciso desenvolver um novo mindset.

Comece a seguir Erico Rocha, Tiago Tessmann, Alex Moro, ..., a galera que está transformando o online.

Dê uma espiada na tão famosa Fórmula de Lançamento (eu não estou fazendo propaganda), o novo Uber, este que apesar da concorrência perfeita, deixou de ser uma boa opção de sobrevivência. Muito provável que você jamais tenha ouvido falar na Fórmula. Ela conquistou os corações e mentes de muita gente que perdeu o emprego ou está fora do mercado de trabalho há mais de 1 ano. Resumindo, é uma "receita de bolo" de Marketing Digital, igual à receita da vovó, aquela que, quando seguida corretamente, com os ingredientes exatos na ordem certa, dá sempre o mesmo bolo, basta ter vontade, foco, resiliência.

Esqueça um pouco o Google AdWords. Comece a considerar o marketing de atração, de conteúdo, o inbound marketing, onde você dá algo esperando receber algo em troca, o gatilho mental da reciprocidade, o primeiro mandamento do marketing digital.

Você vai ver neles muita informalidade, no entanto, esse é o novo normal.

Eu acompanho alguns influencers de Marketing Digital que assoam o nariz durante uma live com a maior normalidade do mundo, afinal, é super normal mesmo, não para a X e BB. Eu os vejo pedir licença para ir ao banheiro. Estou te contando isso porque é isso que você verá, algo bem diferente do padrão globo de qualidade.

Aqui na parede, bem em frente à minha mesa, tem um escrito: "Quantas vidas você transformou hoje?"

É assim que funciona.

O marketing também virou do avesso. Lembre-se, estamos falando de outro mundo, o digital, o online, competindo com o mundo real. Se você é especialista em mundo real, o conhecimento que você tem dele não será muito útil no online. É preciso estudar, aprender novos paradigmas.

Continuando... no virtual tudo é tão simples, barato, prático, não tem as dificuldades físicas do mundo real, e nem os altos custos.

Agora imagine uma geração inteira que cresceu fora do mundo real.

Esse é o seu primeiro exercício mental. Decifrar o comportamento da geração Y, tão incompreendida pelos BB e X.

Lembre-se, eles serão os principais clientes da sua plataforma online. Se não souber falar com eles, não conseguirá sobreviver.

Se não conseguir abrir mão do mundo real, do seu legado, será esmagado.

E aqui vai um bom clichê: aceita que dói menos.

O mundo real foi cancelado.

Aqui está o link da matéria citada no início do artigo, e vale a pena conferir: https://newtrade.com.br/industria/industrias-investem-em-shoppings-na-internet/

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Guilherme Silva

Analista de Sistemas, Hacker Ético, Cidadão Tecnológico, apaixonado por Realidade Aumentada e IOT, e um dos fundadores do XCommerce.